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O que faz falta a Portugal no empreendedorismo tecnológico?

Vai chegar ao fim desta conversa e uma coisa aposto: vai concordar que o Paulo Ferreira dos Santos não tem papas na língua, diz o que pensa e diz de forma clara. Com a autoridade de quem tem a experiência de ter feito, este convidado põe o dedo na ferida em muitos aspetos do funcionamento do país, nomeadamente no que toca ao investimento, aos incentivos ao empreendedorismo tecnológico, a regulamentação, a fiscalidade e ao (pouco) capital disponível. Mas, ao longo desta conversa, muito rica, tocaram-se em muito mais aspetos, desde a forma de valorizar as empresas, a forma de atrair talento, a importância (ou não) dos planos de negócio, a importância da visão e, em particular, da visão do fundador, a cultura do falhanço, a necessidade de sair do contexto de crítica negativa que nos rodeia, os pivots e, muito, muito mais.
O Paulo é empreendedor, tem mais do que uma empresa no seu currículo e fundou a Kinematix, que desenvolveu um produto tecnológico, criou uma equipa de gente muito competente e foi capaz de levantar milhões de euros de capital. Essa empresa entretanto teve que ser dissolvida e o Paulo Ferreira dos Santos aborda as duas fases, a do crescimento e a do fim e leva-nos a aprender com cada uma delas. Entretanto, deste lado, ficamos a aguardar pelo próximo projeto deste empreendedor.

Conheça melhor o Paulo Ferreira da Silva aqui: Linkedin